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                                      AMOR ADORMECIDO


 Quando fitei
 Os olhos
 De alma
 Renunciei razão (dor) 
 O lume da liberdade
 Veio à baila
 Inexaurível sorrisos
 Contemplaram as manhãs
 Os ímpetos que
 Arranham a carne
 Umedece na epiderme, oxitocina,
 Ascendem nas retinas
 Duas piras radiantes 
 Que degela alma em
 Cânticos castos, 
   Despertando  
  Amor adormecido


 

 

 
QUINHASSILVA
Enviado por QUINHASSILVA em 14/07/2016
Alterado em 04/10/2019


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